sexta-feira, 22 de abril de 2011

“O TÚMULO ESTÁ VAZIO, JESUS RESSUSCITOU”

“Porque, se fomos unidos com Ele na semelhança da Sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da Sua ressurreição.” (Romanos 6.5)

A cruz teria sido uma acachapante (esmagadora) derrota sem a ressurreição. A ressurreição de Jesus é a prova cabal de que a Sua morte foi eficaz, de que Seu sacrifício vicário foi perfeito. Jesus venceu a morte! Por Sua morte, Ele matou a morte e o Seu túmulo foi aberto de dentro para fora. Ele arrancou o aguilhão da morte, triunfou sobre ela abrindo para nós o luminoso caminho da imortalidade. Jesus morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou para a nossa justificação. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou! . Ele vive e a morte não tem mais a última palavra. Porque Ele vive, nós também viveremos. Ele saiu do túmulo como primícias dos que dormem. Ele foi o primeiro da fila. Nós seguiremos Suas pegadas.


O apóstolo Paulo nos notifica em sua Primeira Epístola aos Coríntios, capítulo 15, versículos 1 - 8, que a ressurreição de Cristo é um fato inegável. Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas uma agenda. Ele não morreu como um mártir, o Pai O entregou e Ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e Sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito. O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa. Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz. Outros dizem que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros dizem que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que Sua sepultura estava aberta. As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de Sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes (fracos, tímidos, covardes). Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com bravura os açoites, as prisões e o martírio.


Ainda escrevendo aos Coríntios (1 CO 15.12-20a), o apóstolo Paulo nos informa que a ressurreição de Cristo é um fato indispensável. O apóstolo coloca o machado da verdade na raiz do falso pensamento grego acerca da ressurreição. Pelo fato deles considerarem a matéria má e o corpo como cárcere da alma, não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo argumenta que se não há ressurreição do corpo, então Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé. Se Cristo não ressuscitou somos falsas testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo é a pedra de esquina que mantém o edifício do cristianismo de pé. O túmulo vazio de Cristo é o berço da Igreja. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou, nosso destino não é mais o túmulo gélido, mas a glória excelsa. Não caminhamos para um ocaso escuro, cheio de sombras e pavoroso, mas para a manhã gloriosa da ressurreição e gozo eterno.


Concluindo o assunto a respeito da ressurreição (1 CO 15.20b-28), o apóstolo Paulo nos prova que a ressurreição de Cristo é um fato incomparável, pois Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem e a sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição. Ele abriu o caminho e após Ele seguiremos. Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando Ele vier em Sua majestade e glória, os mortos ouvirão dos túmulos a Sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. À semelhança dEle teremos, também, um corpo de glória. Ao ressoar da trombeta de Deus, nosso corpo arcado pelo peso dos anos, surrado pelas doenças e enrugado pelas angústias da vida, será transformado em um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor. Caminhamos, portanto, não para um horizonte pardacento, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!

Vivamos, pois, firmados em tão maravilhosas e ricas promessas.

Aproveitando estas últimas linhas, quero convidar a todos os nossos amados irmãos e amigos para a Cantata de Páscoa. Apresentaremos um Musical e Peça Teatral intitulado: “O Jardineiro e o Túmulo de Jesus”. Será no dia 30 de Abril (Próximo Sábado), a partir das 19h00min. Venha e traga seus familiares e amigos.


Texto Compilado pelo Pastor Marcos Eli
Pastor Presidente da IEADU

Um comentário:

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