terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

“As Raízes do Carnaval”

“SAÍ DO MEIO DELA, Ó POVO MEU, E LIVRAI CADA UM A SUA ALMA DO ARDOR DA IRA DO SENHOR.”
(Jeremias 51.45)
Muita gente se espanta ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou em 604, quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.
No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.
Durante a Quaresma, era proibido comer carne. Foi então que alguns “carnais” entraram em ação e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes? Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo VI, nos séculos XV e XVI, respectivamente.
Um fato curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos.
Esses dias de “vale tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnavale, resultando na palavra CARNAVAL. Ou seja: se a Igreja Católica Apostólica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.
É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais (em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
Os resultados físicos, morais e espirituais dessa festa são estampados nos noticiários e jornais toda Quarta-feira de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por trás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo.
A festa carnavalesca é um culto imerecido ao falso deus Momo que constitui ofensa à pessoa do Deus vivo e verdadeiro.
O carnaval é festa religiosa, revivescência do paganismo antigo, dedicado a Momo - deus da zombaria, do sarcasmo e da pândega. O cristão deve se conduzir pelas determinações bíblicas. Momo é Satanás dissimulado. Jesus em sua quaresma de jejum e oração, peremptoriamente repeliu o falso deus: "Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus, adorará e só a Ele darás culto" (Mt. 4:10). O Salmo 115:1-8 afirma que quem adora um Deus morto se torna espiritualmente semelhante a ele. Momo é deus morto, cuja falsa duração é de três dias, cultuado pelos foliões, e que conforme a mitologia foi expulso do Olimpo, para ser na Terra o rei dos loucos.
Sendo assim, aos que não participam dessa festa, meu conselho é que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, meu conselho está em Jeremias 51.45
“Saí do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira do SENHOR.”

PELO EXPOSTO, CARNAVAL É FESTA RELIGIOSA QUE SE CONTRAPÕE AO CRISTIANISMO VERDADEIRO.

Artigo Extraído da: Revista Fiel – Ano V – Nº 45 – Fevereiro/2009
Autoria: Pastor Silas Malafaia
Foram feitos alguns acréscimo pelo Pastor Marcos Eli

Um comentário:

  1. pr marcos, agradeço a Deus por Ele levantar homens como o sr que, muito tem nos ensinado a palavra de Deus .Obrigado aprendi muito com esse comentario a paz do Senhor!!!

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