terça-feira, 19 de julho de 2016

Congresso dos Adolescentes na IEADU


Congresso dos Adolescentes


quinta-feira, 16 de junho de 2016

VOCÊ PROVOCA MILAGRE NA VIDA DAS PESSOAS?

2 Coríntios 2:14-16
O triunfo tem um aroma assim como um ambiente de derrota e de tudo também possui. Depois de vencer uma batalha, o general entrava com todo o exército em um desfile com soldados e prisioneiros de guerra capturados, o povo olhava e aplaudia e o ar ficava carregado de doce perfume proveniente da queima de especiarias.
No Sinai nos apaixonamos pela lei, no calvário nos apaixonamos pelas vidas. Quando Jesus abre os braços, toca o véu do santuário em um shobat, em dia de festa. Quando Moisés encontrou o resultado da vaidade do povo que se materializou em um bezerro de ouro, para aplacar a ira de Deus, três mil primogênitos de Israel morreram. Quando a unção de Deus veio sobre Pedro. Deus o usou e três mil pessoas foram os primogênitos da igreja de Jerusalém. Quando a adoração do bezerro de outro é alimentada, sofremos as pragas do Egito, mas quando consolidamos as festas, atraímos as bênçãos da Torah sobre nossa vida.
Milagre não é o suficiente. Os discípulos viram Jesus curar enfermos, acalmar tempestades, multiplicar pães, enfrentar e vencer demônios, atrair multidões, o Pai dizendo esse é meu filho amado, mas mesmo assim não foram transformados o suficiente. O que provoca sua expectativa?
Têm muitas pessoas que, há muito tempo, só olham e não são transformadas. Estão tão focadas em suas necessidades que não percebem quem está lhes tocando. Mesmo diante de uma agenda tão cheia, Jesus sentiu o toque da mulher do fluxo de sangue. Seu movimento provoca expectativa nas pessoas, por isso não pare! Talvez você não perceba os sinais, não veja os resultados, mas seu movimento provoca milagres na vida das pessoas. Como em Isaías 54:1, Deus está dizendo para uma mulher fracassada cantar com alegria, ela foi desafiada a mudar a presentação interna dela.
O diabo quer que você pare de se movimentar diante das dificuldades que te assolam, mas mesmo que você não queira chamar a atenção com seus movimentos, a sua vida tem um som que denuncia seu ministério, e saiba que enquanto você se movimenta os milagres acontecem. Está esperando o que? Movimente-se!
“Talvez você não perceba os sinais, não veja os resultados, mas seu movimento provoca milagres na vida das pessoas”


 ::JOEL PEREIRA     -     fonte: lagoinha.com

SANTA CEIA DO MÊS DE JUNHO








segunda-feira, 13 de junho de 2016

PRÓXIMO FINAL DE SEMANA

1ª Confraternização da Equipe de Libertação
Congregação do Bairro Pires da Luz
Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Ubá - Ministério Bom Pastor


quinta-feira, 9 de junho de 2016

“ANIME-SE, O MESTRE TE CHAMA!”

O milagre na vida de Bartimeu foi imediato, através de sua fé em Jesus ele teve a visão restaurada. A Bíblia não revela quantos foram os dias da cegueira de Bartimeu, mas é certo que durante muitos anos de escuridão, o cego de Jericó, precisou confiar em outros sentidos para viver. Seria impossível se locomover pelas ruas da cidade sem confiar em suas apalpadelas para evitar quedas frequentes, ou confiar em sua boa audição a fim de saber o momento oportuno de pedir esmolas e encontrar favor.
Foi assim, à beira do caminho que Bartimeu ouviu falar de Jesus, não o podia ver, mas teve forças suficientes para gritar por socorro; e foi atendido. Em um encontro com o mestre, seus olhos foram imediatamente abertos, o cego passou de um mendigo sem prestígio a um seguidor de Jesus.
“ Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada a fora”.  Marcos 10.52
Nossa trajetória em muito se assemelha com a vida deste cego, antes escravos e cegos no pecado, hoje livres caminhando com Jesus. Bartimeu caminhava na força de seu braço, confiando em si mesmo, mas seu encontro com Jesus o desafiou a ir mais longe. Ao invés de caminhar tropeçando pelo caminho teve a opção de descansar no senhorio de Deus. A imagem que quero passar é que nenhum cego recém curado consegue caminhar fiando-se apenas no fato de seus olhos estarem abertos, é muito difícil abandonar os velhos hábitos.
Foi a fé em Cristo que restaurou a visão de Bartimeu, mas foi caminhando com Cristo que ele teve seus velhos hábitos modificados, dia após dia. Hoje o Senhor nos convida, não apenas para um encontro casual, mas para caminhar com Ele. Aceitar esse convite pode fazer uma grande revolução em sua vida; você assume sua condição de cego, Ele te traz para a verdadeira luz; você deixa sua capa, Ele te dá novas vestes; você recusa suas mazelas, Ele perdoa e as joga no mar do esquecimento; você se entrega e quer segui-lo, Ele a ama e te aceita… mas sabe que pode melhorá-la.
A voz de uma pequena parcela da multidão rompeu o ávido ouvido do cego: “Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama” (Mc.10.49), que nos dias de hoje seria dizer “Anime-se, o Mestre te chama!”.  Proveitoso seria reconhecermos que somos mais cegos do que se possa imaginar, sendo assim, nossas mãos se ergueriam apenas para se render ao senhorio e cuidado de Deus e não mais para caminhar no escuro de nossas opções infundadas.
Para viver longe dos velhos hábitos e centrada na vontade de Deus é importante adotar um comportamento piedoso e uma rotina prática que te ajude a compreender os planos de Deus a seu respeito.
  • Reserve um tempo de qualidade com o Senhor – use a oração não apenas para falar, mas também para ouvir;
  • Não abra mão do seu compromisso com a palavra – leia a Bíblia diariamente, medite e ponha em prática seus ensinamentos;
  • Leia livros com bons conteúdos – bons livros podem te auxiliar na caminhada cristã e contribuir positivamente com sua fé;
  • Adquira o hábito de agradecer a Deus por sua bondade – sempre que possível cante louvores que exaltem a Deus e destaque seus atributos;
  • Se esforce para memorizar versículos que fortaleçam sua identidade em Cristo – em tempo oportuno este hábito de memorizar as escrituras servirá de alívio e escape não só para você como para os que estão a sua volta. 
Joyce Consoli - http://espacodamulhercrista.com.br/

terça-feira, 7 de junho de 2016

DEUS VOS ABRIRÁ A JANELA DA PROVISÃO

2 Reis 6:24; 7:2
Como igreja, sempre estamos a frente do tempo, profetizando mudanças e trazendo esperança as pessoas, porém não podemos fechar os olhos para a realidade ao nosso redor. O profeta é aquele que te conhecimento da sua realidade, sem subestimá-la, provocando uma linguagem de esperança.
O quadro que ocorre no texto de 2 Reis é infinitamente pior que a nossa realidade, entretanto, bastou a palavra de um profeta para provoca uma inversão radical. Era improvável o que ele declarou, mas o Senhor honrou a palavra do profeta.
Toda crise tem uma porta de entrada. Samaria estava sitiada pelos Sírios. O Rei de Samaria era Jorão, filho de Acabe com Jezabel. Por ser um rei de coração duro e por causa de sua apostasia, o profeta Eliseu emitiu um decreto de desgraça sobre Samaria. A mesma porta de entrada seria a mesma porta de saída, ou seja, aquela crise poderia ser paralisada a partir de uma atitude de arrependimento do rei.
Não é uma missão fácil, mas a mudança precisa começar em nós. Segundo a palavra do profeta acontece algo improvável. Perceba que a palavra foi recebida de maneiras diferentes, porém Deus fez a partir da palavra do profeta.
Precisamos de uma inversão radical, uma verdadeira mudança de rota, uma manobra a começar por nossa linguagem, uma linguagem convertida à palavra. O profeta começou a sua mensagem dizendo: “Amanhã voltar a ter comida para o povo, os preços abusivos vão cair radicalmente, trigo para as pessoas, cevada para os animais”.
No capítulo 7 o capitão diz que ainda que o Senhor fizesse janelas no céu não poderia acontecer o que o profeta havia falado. Contra a palavra do capitão o profeta declara “Eis que tu verás com os teus olhos, porém, disso não comerás”. O capitão estava lá para prender e executar o profeta, mas o que aconteceu foi uma inversão do veredito. Aqueles que te perseguem serão perseguidos.
A profecia se cumpriu, tanto a liberada para o capitão quanto a para o povo. O que você está permitindo para sua vida? Qual a profecia que te saído da sua boca? Uma janela para o sobrenatural vai se abrir em sua vida!
“Não é uma missão fácil, mas a mudança precisa começar em nós”
::JOEL PEREIRA

sábado, 4 de junho de 2016

AS RAZÕES DOS NÃO-DIZIMISTAS

Referência: HEBREUS 7.1-10
A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:

1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).
2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:

I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA 
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento".
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL 
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo".
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo. 
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?

VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

CONCLUSÃO
É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

PEDINDO, CRENDO E RECEBENDO (Mt 21.22)

HOJE EM DIA A ORAÇÃO TEM SIDO IGNORADA POR MUITOS DE NÓS.

Sem perceber, estamos abrindo mão desse tempo de intimidade com o Senhor por causa do excesso de trabalho, dos estudos, das tarefas de casa, da internet, programas de televisão, etc. Enfim, qualquer coisa que prenda a nossa atenção por mais tempo do que deveria, tem tomado o lugar que Deus deveria ocupar em nossa vida.
Você tem sido uma dessas pessoas? Você costuma orar todos os dias? É provável que muitos digam não, pois quase não temos orado hoje em dia. A Bíblia é muito clara ao afirmar que Jesus é o modelo que deve ser seguido por todos os cristãos (Efésios 5:1,2) e isso não seria diferente quando o assunto é oração. Não quero que você fique se lamentando pelo pouco tempo que tem orado, em vez disso, quero falar com você sobre cinco lições que aprendi com Jesus sobre oração para você aplicar em seu dia a dia:
1) JESUS TINHA UMA ROTINA DE ORAÇÃO
A maioria dos filhos de Deus só lembra que precisa orar, quando as coisas não vão bem ou quando elas fogem do nosso controle. Jesus, porém, era diferente. Muitas vezes Ele parava tudo o que estava fazendo e se retirava para orar. "Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho" (Mateus 14:23).
Jesus tinha uma rotina de oração e não a abandonava por nada. E nós precisamos aprender a fazer o mesmo, dedicando um tempo do dia para estar com Deus, independente se as coisas vão bem ou não.
2) JESUS ORAVA QUANDO AS COISAS IAM MAL
Jesus passou por muitos momentos difíceis enquanto esteve aqui na Terra e a Bíblia mostra que em todos eles, Ele orou - inclusive quando se aproximava o momento de Sua morte: "E retirou-se outra vez para orar: "Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (Mateus 26:42).
Com essa atitude, Jesus nos ensina que devemos depender de Deus em toda situação, até naquelas em que não vemos uma saída. Algumas pessoas abandonam ao Senhor quando as coisas pioram, e outras tentam resolver à sua maneira, olhando para todos os cantos, mas nunca para o Alto. Jesus, porém, nunca duvidou do amor e cuidado do Pai, por isso sempre pedia para que a vontade Dele fosse feita.
3) JESUS COLOCOU A VONTADE DO PAI ACIMA DA DELE
Para mim, esse é um dos maiores ensinamentos que Jesus nos deixou. Muitos líderes têm ensinado as pessoas a exigirem coisas a Deus em suas orações. Elas dão ordens ao Senhor achando que Ele é obrigado a cumpri-las. Mas Jesus fez exatamente o contrário. Ele foi submisso ao Pai em oração, expôs a sua angústia, creu no Seu poder, mas se submeteu à Sua vontade, ainda que ela significasse a Sua morte na cruz. - "Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar: ‘Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua’" (Lucas 22:41-42).
Com Ele, aprendemos que a maneira correta de finalizar nossas orações é sempre dizer a Deus que confiamos em Sua vontade.
4) JESUS ORAVA ANTES DAS DECISÕES IMPORTANTES
Durante o seu ministério, Jesus teve que tomar grandes decisões. Se Ele tomasse alguma decisão errada, os resultados poderiam impactar toda a humanidade. Por isso, Ele estava sempre orando! Certa vez, antes de escolher os 12 homens que seriam seus discípulos, Jesus orou a noite toda: "Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou como apóstolos" (Lucas 6:12,13). Com isso, aprendemos que, antes de tomarmos qualquer decisão, devemos colocá-la diante do Senhor em oração.
5) JESUS NÃO MURMUROU. ELE OROU
A Bíblia conta que, certa vez, Jesus pregava para uma grande multidão. As horas se passavam e aquele povo começou a sentir muita fome. Acredito que Ele e os seus discípulos também já queriam comer alguma coisa, pois já tinham trabalhado muito naquele dia. Porém, não havia quase nada para alimentar aquelas milhares de pessoas - só alguns pães e peixes. Os apóstolos, inclusive, já pensavam em uma maneira de mandar todo mundo para casa para se livrarem daquele problema. Jesus, no entanto, não reclamou; Ele preferiu orar: "Então Jesus tomou os pães, deu graças e os repartiu entre os que estavam assentados, tanto quanto queriam; e fez o mesmo com os peixes" (João 6:11). Assim, Jesus nos ensina que o caminho da oração é muito melhor do que o da murmuração!
Conclusão

Diante dessas cinco lições ensinadas por Jesus, espero que você reveja a sua vida de oração e separe um tempo para falar com Deus todos os dias. Ele está ao seu lado, com Seus ouvidos inclinados, prontos para te ouvir. "E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21:22).

quarta-feira, 1 de junho de 2016

QUE TIPO DE LÍDER VOCÊ É? OSÉIAS OU JOSUÉ, ESPIRITUAL OU NATURAL?


Números 13:3-16
É muito natural na Bíblia pessoas ganharem um novo nome quando recebem uma promessa de Deus. O nome tem a ver com os propósitos do Senhor, por isso, antes de qualquer coisa, precisamos saber que Josué – O senhor da salvação – antes era Oséias – O salvador de Israel. Os apóstolos mudaram o nome de José para Barnabé, que significa filho da consolação, porque ele era um líder muito afetuoso e abnegado na igreja. E você, qual o nome lhe dariam?
Não sei qual tem sido o tamanho dos seus desafios, pois enquanto andamos dentro de uma situação controlável continuamos como Oséias, que é um salvador terreno, que tem boas soluções baseadas no conhecimento e estratégia natural, mas chega um momento que entramos em uma total dependência do Senhor.
Oséias nasceu no Egito com pais escravos, era um dos primogênitos que na noite da Páscoa não dormiu e teve a proteção do sangue, via Moisés se movimentando no meio do povo e se tornou discípulo e auxiliador, foi testado na primeira campanha militar no Vale do Refedim contra os amalequitas, teve uma experiência no alto da montanha, também teve mais acesso a presença de Deus do que qualquer outro, não saía do lado de Moisés quando ele estava em comunhão com Deus, foi enviado como um dos espias a terra prometida e demonstrou maturidade em seu relatório.
A preparação para ser um líder espiritual leva tempo. Josué é exemplo de um homem que sabe esperar seu momento. Passara em todos os testes e, dentro de quarenta anos, estaria pronto para liderar aquela nação para conquista. E só neste momento Deus muda seu nome, pois enfrentaria gigantes e desafios impossíveis.
Para ser líder é necessário evitar a precipitação e como diz Paulo a Timóteo, um bom líder precisa ter boa reputação, ser moralmente puro, demonstrar uma filosofia de vida bem ordenada, ter o respeito e a credibilidade dos demais, não se sujeitar aos apetites da carne e ser disciplinado, sensível, gentil e amável.
Agora a escolha é sua, está preparado para ter o nome mudado ou prefere continuar como Oséias e não realizar a missão que Deus lhe confiou? Quer continuar no natural ou quer se envolver no sobrenatural?
“A preparação para ser um líder espiritual leva tempo. Josué é exemplo de um homem que sabe esperar seu momento”.
Joel Pereira -  Por Raissa Sossai

sexta-feira, 27 de maio de 2016

MULHERES COM ATITUDE

51ª Confraternização da União Feminina da IEADU

“Mulheres com Atitude”
Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!” 
(Mateus 15:25 ARA)

   Apesar dos vários ensinamentos nas igrejas, reuniões de mulheres, palestras e etc., algumas pessoas ainda confundem a posição da mulher cristã como uma pessoa que simplesmente se cala para tudo, sofredora e sem atitude. Isso não é verdade! Se pararmos para analisar algumas mulheres da Bíblia, vamos perceber que foram mulheres de MUITA ATITUDE,  ousadas e que mesmo assim se submeteram à vontade de Deus. Especificamente hoje, gostaria de falar de uma, a mulher de origem síro-fenícia.
    A Bíblia não nos diz o seu nome, nem se era casada, viúva ou mãe-solteira. Apenas encontramos essa mulher em grande desespero diante do quadro de sua filha estar possuída por espíritos malignos. 

Essa mulher, mesmo não sendo judia, tinha em seu coração atitudes que impulsionavam a sua fé a romper obstáculos para receber a cura de sua filha.


Não sabemos de que forma ela ouvira falar de Jesus de Nazaré. Quem sabe, esta mulher ouvira alguém contar como Jesus era uma pessoa tão especial, que se compadecia do sofrimento das pessoas e aliviava o fardo delas? Quem sabe, se ouvira dizer que todos traziam os seus enfermos, com todo o tipo de doenças e Ele curava a todos indistintamente. Talvez ela tenha ouvido alguém falar como ele havia libertado o endemoninhado gadareno, que andava desnudo pelo cemitério e se feria com pedras, e ninguém conseguia prendê-lo – era mesmo um caso perdido… E como Jesus se encontrou com aquele homem desprezível e o libertou completamente.
Foi então que aquela mulher tomou a atitude de procurar Jesus… Ele era a resposta para as suas indagações, o remédio para o seu sofrimento. Certamente ele era o alívio para a sua dor.
Ela soube que Jesus estava bem perto de sua cidade. Parecia até que ele estava vindo ao seu encontro, e ela não poderia perder essa chance de ouro… O texto sagrado nos diz: “ … entrando numa casa, (Jesus) não queria que alguém o soubesse, mas não pôde esconder-se; porque uma mulher, cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés.” (Marcos 7.24-25). Ela tomou a atitude de ir ao encontro do Mestre, pois sabia que a solução para o seu problema estava com ele. Ela precisava apenas de expor-lhe sua dificuldade, e isso faria, custasse o que custasse…
Mateus escreve o seu Evangelho para os judeus e nos conta alguns detalhes: "E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!" (Mateus 15.22-25).
Ela havia usado uma expressão dos judeus: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim”. Foi dessa forma que o cego Bartimeu fora atendido, e tivera a vista restaurada. Como “Filho de Davi”, Jesus certamente atenderia aos seus apelos em favor da filha. Vestida como grega, de origem siro-fenícia, com todo o sotaque estrangeiro, ela pôs-se a gritar, num gesto de desespero como o de quem não tem mais para onde ir. E Jesus não lhe respondeu. Ele continuou quieto, apesar dos discípulos lhe pedirem que a atendesse ou que fizesse alguma coisa para despedi-la.
Vejamos cinco situações que motivaram a essa mulher a romper os obstáculos e tomar atitudes para receber a cura de sua filha.
· A primeira situação foi a NECESSIDADE E TRIBULAÇÃO (Mateus 15.22): Quando as necessidades não são supridas, elas nos levam a tomar atitudes que, se mantida, resultará em uma inundação de orações fervorosas. A necessidade faz da oração uma arma poderosa e nesse caso, ela tinha uma grande necessidade.
· A segunda situação foi a INDIGNAÇÃO (Mateus 15.22): Nesse versículo a palavra diz que ela clamava. Precisamos exercitar a capacidade de ficarmos indignados com a crise de outras pessoas. É um grande perigo quando nos acostumamos com toda forma de tragédia ao nosso redor e nos tornamos permissivos com o mundanismo. Se você não está indignado com o mundo, pode estar atraindo a inimizade de Deus. Não existe neutralidade no reino. É preciso uma indignação com a falta de unção, falta de intensidade na oração, falta de servos que discipulem, falta de clamor pelas vidas, contra toda a forma de opressão e possessão, com a falta de crescimento e principalmente contra o pecado, demonstrando isso nas atitudes.
· A terceira situação foi a COMPAIXÃO (Mateus 15.22): Se nada toca você, não espere ser usado pelo Senhor para tocar em alguém. Há poder na compaixão. Jesus manifestou compaixão antes de curar e libertar as vidas. Sua vida foi uma demonstração de compaixão. Vemos isso em Mateus 9.36, Mateus 14.14, Mateus 15.32, Marcos 1.40-41, João 11.33-35. Você quer ver uma oração poderosa? Observe uma pessoa cheia de atitude e de compaixão orando.
· A quarta situação foi o DESEJO (Mateus 15.25): A mulher desejava tanto estar com Jesus que quando se aproximou, sua primeira atitude foi prostra-se e adorar ao Senhor. Quando nossos desejos estão alinhados com os desejos de Deus, eles se tornam uma grande fonte de fé, resultando em poder na obra de Deus. Desejos podem tornar-se alvos e desafios e eles nos levam a tomar atitudes que nos estimulam a sairmos da nossa zona de conforto.
· A quinta situação, são SONHOS OU PAIXÃO (Mateus 15.27): Sonho é a força de um desejo que não cessa”. “NÃO INTERESSA QUEM EU SOU, COM O SENHOR VOU CONSEGUIR”. Essa foi a atitude que estava no coração dela, não se importando com sua condição. Tinha plena convicção de que Jesus curaria sua filha. Não se importava se tivesse que comer as migalhas que caíam da mesa. Todos os homens usados por Deus tinham uma paixão profunda, um sonho intenso, dos quais não abriam mão. Pelo contrário, perseveravam na oração, jejum, na comunhão com Deus e eram tremendamente abençoados por Ele. Tenha atitude para orar, para jejuar, para clamar com todas as suas forças e verá as montanhas se movendo.
Portanto, a fé é resultado de uma atitude de profundo inconformismo com a situação de tragédia que insiste em permanecer. O que toca o coração de Deus não é a lamúria por causa do sofrimento, mas a fé ousada que procede daquele que intercede com intrepidez, levando o coração de Deus a mover-se em determinada situação. Precisamos ter atitudes e sermos ousados para termos uma fé viva, operante e vencedora.

Texto Compilado - Colaboração: Pr Marcos Eli (Pastor Presidente da IEADU)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

PARA QUE SERVE A ESCOLA DOMINICAL?

O avivamento não é uma coisa que a Igreja possa agendar e realizar. Mas ela pode, sim, desejar que aconteça. Ela pode orar, suplicar e estudar as Escrituras, evitando os enganos do inimigo se misturando à obra realizada e os exageros cometidos por lideranças quando o zelo cego deseja as experiências pelas experiências e não o crescimento espiritual da Igreja a partir da vida cristã de seus membros em permanente santificação.
No processo de desejo e preparo para que um avivamento aconteça, a Escola Bíblica Dominical ocupa uma função importantíssima, eu diria chave. Um dos grandes desafios da Igreja no século 21 é exatamente a falta de informação bíblica com solidez e qualidade. É irônico que num tempo de tantas facilidades e de tantos recursos tecnológicos exista uma crescente ignorância bíblica no seio do povo de Deus.
As Escrituras e tantos outros recursos como dicionários, comentários, sermões e ferramentas para exegese e hermenêutica estão disponíveis em todas as plataformas. Você pode ir para o culto hoje com dezenas de versões e traduções bíblicas, com uma volumosa biblioteca altamente especializada e com as obras dos autores mais badalados no momento no Tablet e no Smartphone. Mesmo assim, a ignorância parece não ceder; antes, piora a cada dia. Muita informação e pouca profundidade. Muita informação e nem sempre acontece a formação. Por quê?
Porque a mente precisa ser treinada para poder usufruir com proveito tais recursos. Os textos em linguagem digital geralmente são curtos, sintéticos, sem grande desafio para o raciocínio, sem grandes dificuldades para a mente formar suas próprias conclusões. As respostas podem vir mesmo antes de a questão ser posta. A EBD pode ser um lugar da inteligência da fé, munida destes e outros recursos, pode ser o espaço ideal para o aprofundamento das questões mais relevantes e que mais desafiam a veracidade e a racionalidade da fé cristã.
Em 1Pedro 3.15 fica claro que o preparo, o treinamento da mente e a capacidade de argumentar com coerência, fazem parte do amadurecimento, do discipulado e de uma vida dedicada e operosa no Evangelho. Portanto, é um dever da liderança da Igreja local investir na EBD e na formação dos professores. É um dever moral dos cristãos valorizarem a EBD, para a edificação de suas vidas e também para o equipamento espiritual e intelectual que o capacitarão a testemunhar e a compartilhar o Evangelho.
Quando as Escrituras são disseminadas, ensinadas e explicadas, quando as doutrinas bíblicas fazem parte do currículo básico da EBD, será inevitável que haja um despertamento para uma adoração mais grata, mais vibrante, mais emocionante em face do encantamento que a verdade de Deus provoca no ser. Sem dúvidas numa atmosfera espiritual regida pela Verdade e com uma adoração sustentada pela razão o caminho para o avivamento estará aberto.
A EBD tem um papel importante também na evangelização. Ela deve ser um centro de discipulado e envio. Como os apóstolos sentados aos pés do Mestre e, depois de ouvi-lo atentamente, foram enviados em Missão. O mesmo deve acontecer na EBD. Assentamo-nos para ouvir sobre o Reino, o amor do Pai, as Bem-aventuranças, a prática da justiça e outros temas bíblicos para depois sermos enviados para oferecer e dar de graça o que de graça e pela graça recebemos.
Na EBD aprendemos a viver e a agir como discípulos, como quem apreende a consciência de ser enviado ao mundo como o seu Mestre.
Sem uma Igreja bem treinada, com uma fé inteligente e articulada; sem um povo com bases bíblicas e doutrinárias sólidas e bem identificadas; sem uma adoração racional, vibrante e sem uma profunda identificação como discípulos de Jesus nem o avivamento e nem a evangelização serão possíveis.
Graças sejam dadas a Deus pela EBD. Valorizemos, pois, esta maravilhosa e abençoadora “escola de vida”.

Pr. Luiz Fernando dos Santos – IPC de Itapira/SP

segunda-feira, 23 de maio de 2016

SEU MILAGRE PODE ACONTECER AGORA


Marcos 11:7-11
Pense em uma surpresa, em algo inesperado, em uma rotina interrompida. Foi assim que aconteceu, Jesus entrou pela porta dourada do oriente quebrando o ambiente comum. Todas as pessoas esperam algo para o seu futuro e essa expectativa serve como combustível para a vida. É uma imagem que criamos, uma voz que ouvimos, um toque que sentimos e que nos encoraja a esperar.
O futuro pode trazer medo como pode trazer satisfação, isso depende do que você está fazendo ou semeando agora. Eu gosto de pensar no meu futuro, não por gostar do meu presente, mas porque quem vive na rota do milagre não sabe que amanhã sempre será melhor do que hoje.
Em um dia comum, de repente chega a notícia de que a porta do oriente, a porta dourada, foi aberta. Essa porta só seria aberta para que o Messias entrasse por ela. De acordo com a bíblia, Yeshua atravessará o Vale do Cedron e entrará no Monte do Templo através da porta oriental, assim como fez há dois mil anos. Essa porta conduzia, naquela época, direito ao pátio do santuário e, posteriormente, ao santíssimo lugar, o conhecido “Santo dos Santos”, onde somente o sumo sacerdote entrava uma vez ao ano.
Cada pessoa desenha seu Messias. Isso é resultado do Antigo Testamento, pois Deus era conhecido como Eu sou, ou seja, tudo que seu povo precisasse Ele era. No livro de Salmos 115:8 diz que me tornarei semelhante ao que eu adoro. Como você vê a respeito do seu Deus?
Toda expectativa respondida precisa ser recebida assim como toda expectativa respondida precisa ser celebrada. Pegaram vestes do corpo e folhas de árvores para recebe um rei. Se eles tivessem tempo para se preparar talvez tivessem organizado tudo, mas talvez não teria o efeito causado pelo improviso. O que tinham nas mãos foi transformado em honras para um rei. Para receber o seu milagre aprenda a dar o que tem.
O que você esperar para os próximos dias da sua vida? Lembre-se que ninguém pode lhe resistir, pois Deus abriu um caminho para você e expôs publicamente os principados.
“O futuro pode trazer medo como pode trazer satisfação, isso depende do que você está fazendo ou semeando agora”

sexta-feira, 20 de maio de 2016

O MAU EXEMPLO DE DIÓTREFES


A terceira Epístola de João é marcada por elogios aos obreiros Demétrio e Gaio. Mas, também é caracterizada por duras críticas ao mau comportamento de Diótrefes.
Enquanto 1 e 2 João celebram verdades que unem todos os cristãos, 3 João lamenta o mau exemplo e a rivalidade mesquinha que põe cristãos uns contra os outros.
Em particular, a carta foi ocasionada por um conflito grave entre os obreiros. Diótrefes era um presbítero que havia usurpado a liderança de uma congregação que estava sob os cuidados do Apóstolo João.
João lamenta a falta de hospitalidade de Diótrefes, o seu desejo de ter a primazia na igreja e as palavras maliciosas que ele profere contra o Apóstolo.
Lamentavelmente, em nossos dias, também, convivemos com maus cristãos. Os tais promovem dissensão, provocam divisões e espalham maledicência na igreja, no trabalho e na sociedade como um todo.
Tomados por vaidades e sentimentos mesquinhos buscam manter privilégios e posições a todo custo. Para alcançar seu intento não se importam em manchar a reputação da Igreja e de Cristo. Envolvem-se em falcatruas, conchavos, alianças de origem duvidosa e corrompem-se em busca de benefícios pessoais. No Brasil, diversos cristãos servem de mau exemplo. Assistimos inúmeros "Diótrefes" apoiando a corrupção endêmica de nosso país. Mesmo diante de irrefutáveis provas defendem os corruptos no afã de manterem suas vantagens em detrimento da verdade e da justiça.
Mas, graças a Deus, que ainda existem cristãos como Demétrio e  Gaio. Eles representam aqueles que são fieis e tementes a Deus. Com estes é possível contar no esforço de proclamar o Reino de Deus na terra, combater o pecado e erradicar o mau exemplo na Igreja e na sociedade.

Portanto, amados irmãos, convido-lhes a reflexão urgente acerca das orientações das Escrituras que nos exortam a seguir os bons exemplos e refutar até a roupa manchada de sangue (Jd 20-23).
Douglas Baptista - CPADNEWS