terça-feira, 25 de outubro de 2016

Não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão… na verdade não é…

Há algum tempo tenho percebido que muitos irmãos (inclusive irmãos que são pastores) parecem fazer “vista grossa” para alguns comportamentos pecaminosos ou errados de algumas pessoas que frequentam suas igrejas.
 Digo parecem, porque não quero julgar suas intenções aqui, porém quero levantar esse questionamento e melhorar a compreensão de um texto que Paulo escreveu para os irmão da cidade de Corinto.

Será que devemos nos calar mediante o comportamento errado ou pecaminoso de pessoas que se dizem irmãos em Cristo (que se dizem convertidos) mas que na verdade não são convertidos??

Vejamos o que ele diz em 1 Coríntios 5:1-13 (com meus comentários entre parênteses):

1- "Geralmente se ouve que há entre vós fornicação (atos sexuais ilícitos, imoralidade sexual), e fornicação tal, que nem ainda entre os gentios se nomeia (imoralidade tal, que nem os ímpios conhecem), como é haver quem possua a mulher de seu pai (como por exemplo, um homem que fez sexo com a própria madrasta).

2- Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação. (vocês estão tão cegos pela soberba, que nem ao menos se entristecem por não terem tirado do meio de vocês a pessoa que pratica esse tipo de coisa).
3- Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo (físico), mas presente no espírito, já determinei (já decidi), como se estivesse presente, que o (homem) que tal ato praticou,
4- Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito (juntos, vocês e eu, como Igreja), pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo,
5- Seja, este tal (homem), entregue a Satanás para destruição da carne (corpo e alma), para que o espírito (espírito humano dele) seja salvo no dia do Senhor Jesus (no dia do julgamento).
6- Não é boa a vossa jactância (não é boa essa soberba de vocês). Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? (vocês não sabem que uma pessoa que faz isso pode contaminar a todos?)
7- Alimpai-vos, pois, do fermento velho (se limpem das velhas práticas do pecado), para que sejais uma nova massa (uma nova pessoa), assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (porque Cristo já levou o pecado, não peguem o pecado de volta!).
8- Por isso façamos a festa (vamos viver a vida), não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos (pães sem fermento) da sinceridade e da verdade. (Porque na páscoa judaica se come pão ázimo, que é o pão sem fermento)
9- Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem (já enviei carta a vocês dizendo que não se relacionem com pessoas que se vendem ao pecado sexual);
10- Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo (isso não quer dizer que vocês não devam se relacionar com as pessoas pecadoras desse mundo, que não devam ter contato com elas), ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo (porque se fosse assim, para não ter contato com essas pessoas, seria necessário vocês saírem do mundo! Porque o mundo anda em pecado mesmo! A maioria das pessoas está na ignorância do pecado).
11- Mas agora vos escrevi que não vos associeis (que não se relacionem) com aquele que, dizendo-se irmão (dizendo-se crente), for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal (com essa pessoa) nem ainda comais (nem se assente para comer!).
12- Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? (Porque eu tenho que julgar os ímpios? O povo do mundão?) Não julgais vós os que estão dentro? (Vocês não julgam os que estão dentro da Igreja??)
13- Mas Deus julga os que estão de fora (da Igreja). Tirai pois dentre vós a esse iníquo. (tirem da Igreja e do meio de vocês esse homem que pratica essa iniquidade)"

As palavras de Paulo eram fortes, ele primava pela santidade, organização e proteção da Igreja.

Ser “irmão” (na ótica de Paulo) ia muito além de se dizer “cristão”, no verso 11 podemos ver que ele considerava que “irmão” era aquele que se identificava com a vida de renúncia aos pecados (aquele que abriu mão do “fermento velho”). Ele ainda disse que, pior que se relacionar diariamente com os devassos do mundo (que não são convertidos, que não conhecem o nosso Senhor Jesus), é ter que se relacionar com aqueles que se dizem crentes, mas na verdade, não são. Ou com aqueles que se dizem libertos do pecado, mas na verdade, não são. OU com aqueles que dizem amar o Senhor Jesus, mas na verdade, amam muito mais o mundo e as coisas do mundo (o fermento velho) do que o Senhor Jesus. Paulo nos aconselha a não termos nem comunhão com essas pessoas (nem mesmo sentar pra comer junto com essas pessoas). Isso é muito sério.

Sabemos que no contexto desse texto, Paulo estava tratando de um caso específico, de um homem que se relacionava sexualmente com a mulher do próprio pai, e percebemos que Paulo não “incrimina” a mulher em nenhum momento, mas somente o homem… Porque?

Porque naquela época, a cultura não dava direitos à mulher, nem acesso ao ensino, nem acesso ao conhecimento, só o homem podia estudar, ter conhecimento, ser sábio, etc, só o homem podia falar em público, e só o homem era considerado líder de qualquer coisa… e por isso, naquela cultura o homem era responsável sobre tudo, mesmo naquele caso sendo a mulher madrasta desse homem, e consentindo com a prática do pecado, praticando o pecado junto com ele, mesmo ela sendo adúltera e traindo o marido com o próprio enteado, só o homem é mencionado como responsável! (Particularmente, eu acho incrível como Paulo protegia a mulher).

Mas voltando ao verso 11, Paulo diz para não termos nenhum tipo de comunhão com pessoas que, conhecendo a Verdade, ou seja, dizendo que são crentes e convertidos, continuam em pecados graves como:
– Prostituição (pecados sexuais, imoralidade sexual)
– Devassidão (corrupção)
– Avaro (avarento = aquele que tem apego ao dinheiro = preso ao espírito maligno do mamom)
– Idolatria (adoração a ídolos, que podem ser objetos, coisas, lugares, ou pessoas)
– Maldizente (difamador)
– Beberrão (que preenche o vazio da alma com vícios como bebidas, drogas, etc)
– Roubador (ladrão, pessoa que pega o que não lhe pertence)

E porque Paulo diz para nós nem mesmo nos sentarmos para comer com pessoas que vivem nessas práticas?

Porque a hipocrisia (a falsidade) pode se tornar contagiosa!

V.6: “…Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?”

Ou seja: “Não sabeis que uma pessoa que se diz irmão, mas anda na prática do pecado, pode levar todos os outros a se tornarem como ele?”

Muito ignoram essa verdade, e fazem isso com a “desculpa” de que estão ajudando a pessoa a “sair daquela situação”, porém, em muitos casos, vemos que a pessoa em questão NÃO QUER SAIR da situação que vive.

E nesse caso, Paulo nos aconselha a “largar mão”, deixar que a pessoa prossiga seu caminho longe daqueles que querem obedecer a Deus (versos 2 a 6), porque se essa pessoa continuar perto, poderá prejudicar a todos.

Isso é Bíblia. O conceito de “não se misturar com quem sabe o que é errado, e mesmo assim pratica” não é um conceito meu, ou de qualquer outra pessoa, é um conceito bíblico, e em minha opinião, é super coerente com outras coisas que vemos a Palavra dizer.

Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” (Atos 17.30)

Deus não leva em conta o tempo em que éramos ignorantes sobre a Verdade. Mas Ele leva em consideração o tempo do conhecimento. Por isso as palavras de Paulo sobre a importância em “não nos associarmos” a pessoas que, dizendo-se irmãs e irmãos, na verdade não são!

De fato é um alerta a todos nós sobre o perigo que é, o perigo que é quando nós (pastores) permitimos que uma pessoa que não muda (apesar de conhecer a Verdade) continue convivendo conosco na comunidade da Igreja como se nada estivesse acontecendo!

De fato isso é hipocrisia (falsidade)!

É fingimento!

Se permitirmos isso, estaremos fingindo que está tudo bem, quando na verdade, não está! Deus não se agrada de fingirmos que as coisas estão bem, quando elas não estão.
Mas Deus se agrada da sinceridade!

Não estou dizendo com isso que devemos sair por aí anunciando todas as nossas lutas e nossos problemas pessoais a TODAS as pessoas, não é isso! O que estou dizendo é que, em nosso meio, Igreja, Congregação, Família, Comunidade, não podemos viver cheios de MÁSCARAS, fingindo estarmos, fingindo vivermos, ou fingindo sermos aquilo que ainda não somos.

Se ainda não somos livres, precisamos ter uma postura de confissão, de busca, de desespero pela libertação!

Se ainda estamos vendo que uma ovelha está na lama do pecado, precisamos ter uma postura de ajudar, de oferecer tratamento, libertação, e principalmente: CONFRONTO.

Sem confronto não há mudança. O confronto é o que revela o caráter, ele revela se a pessoa possui bom caráter, ou mau caráter. A maneira como a pessoa reage ao confronto (tendo mudança ou não tendo após ele) é o que revela seu caráter. Mesmo que a pessoa não goste do confronto (porque gostar, ninguém gosta) quando a pessoa tem bom caráter, ela/ele mesmo sem gostar, recebe, ouve, aceita, e por isso, muda.

Se vemos pessoas pecando deliberadamente em nosso meio, nós pastores não devemos fazer “vista grossa”, ou jogar “panos quentes”, fingindo que o pecado não existe. Pelo contrário, o caminho certo é comunicar, primeiro com a pessoa, e depois com toda a liderança, trazer para o conhecimento daqueles que podem tomar providências em ajudar aqueles que desejam ajuda, ou retirar de nosso meio aqueles que desejam viver de maneira contrária a obediência a Deus que nós vivemos. Não devemos permitir que o “pouco de fermento levede toda a massa”.

Veja o que diz em Tiago 4.8-10 sobre como devemos nos comportar quando as coisas não estão bem:

“Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós (busque a Deus, e Ele virá). Alimpai as mãos, pecadores (largue o pecado); e, vós de duplo ânimo (vontades dúbias, vontades que mudam toda hora), purificai os corações (purifique a origem de suas vontades)Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai (entre em contato com as coisas erradas que você tem feito, com as suas “podridões”); converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza (pare de rir, pare de se alegrar, mas se entristeça por causa dessas coisas). Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vosexaltará.”

Tiago estava dizendo para a pessoa ser humilhe perante Deus, assumir seus pecados e o quanto eles são podres, e o quanto a pessoa não é capaz de se livrar deles sozinho, e então, Deus dará a vitória! Porque o poder de Deus se aperfeiçoa em nossas fraquezas.

Quando reconhecemos que somos fracos, Deus nos torna fortes!
Quando reconhecemos que precisamos do Senhor, Ele vem!
Na verdade, tudo que nos acontece e tudo que vivemos, no final das contas, é entre nós e o Senhor! Mais ninguém.
Mas isso não tira de nós (pastores, líderes, e Igreja) a responsabilidade de proteger os novos da fé, e a família de Deus (a Igreja). Precisamos evitar que o “fermento velho”, aqueles que querem continuar no pecado, permaneçam em nosso meio, e levedem toda a massa (arruinem toda a Igreja). Precisamos estar dispostos a perdermos pessoas que não querem mudança, mesmo que isso signifique que com a perda deles perderemos bons contribuintes, boas ofertas, e bons dízimos. Os valores espirituais de santidade precisam ser mais importantes que os valores materiais. Precisamos priorizar a qualidade do caráter das pessoas que estão dentro de nossas igrejas, e não a quantidade de pessoas.
Por isso: “Não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão… na verdade não é…”
Não vamos nos assentar na roda dos escarnecedores de Deus, daqueles que tem zombado da santidade de Deus. Como alguns tem zombado?
Vivendo em pecado mesmo depois de saberem que o pecado pertence a satanás, e dizendo que estão “salvos”, que nada os acometerá porque “são salvos”… como se Deus não visse… como se Deus fosse bobo…
Isso é de fato zombaria à santidade de Deus.
Tenhamos temor Igreja!

“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmos 1:1)
1 Pedro 1.14-19:

“Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância;

Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação,
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado…”

Que o Senhor nos ajude a sermos fiéis a Ele, mesmo que isso implique em perdas nessa dimensão.

POR: Pra. Sarah Sheeva (Extraído do site: sarahsheeva.wordpress.com)

sábado, 3 de setembro de 2016

40 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO NA IEADU - MINISTÉRIO BOM PASTOR

Sede:
- Avenida José Resende Brando, 580 - Bom Pastor

Congregações:
BAIRRO AGROCERES – Rua Elisa Amaral Perón, Nº 149 (Rua atrás do PSF de Agroceres)

BAIRRO PIRES DA LUZ – Av. Osvaldo Salgado Guimarães, Nº 04

- BAIRRO PONTE PRETA - Av. Olegário Maciel, nº 2.201 (Próximo a Babilônia)

- BAIRRO TALMA - Rua São Dionísio, 115

- BAIRRO OLARIA - Rua Augusto Marques, nº 500

- BAIRRO TANQUINHO - Rua Maria Moreira de Oliveira, 11


SEMINÁRIO PARA OBREIROS E LÍDES

CONGREGAÇÃO DO BAIRRO PIRES DA LUZ, EM UBÁ / MG

quinta-feira, 16 de junho de 2016

VOCÊ PROVOCA MILAGRE NA VIDA DAS PESSOAS?

2 Coríntios 2:14-16
O triunfo tem um aroma assim como um ambiente de derrota e de tudo também possui. Depois de vencer uma batalha, o general entrava com todo o exército em um desfile com soldados e prisioneiros de guerra capturados, o povo olhava e aplaudia e o ar ficava carregado de doce perfume proveniente da queima de especiarias.
No Sinai nos apaixonamos pela lei, no calvário nos apaixonamos pelas vidas. Quando Jesus abre os braços, toca o véu do santuário em um shobat, em dia de festa. Quando Moisés encontrou o resultado da vaidade do povo que se materializou em um bezerro de ouro, para aplacar a ira de Deus, três mil primogênitos de Israel morreram. Quando a unção de Deus veio sobre Pedro. Deus o usou e três mil pessoas foram os primogênitos da igreja de Jerusalém. Quando a adoração do bezerro de outro é alimentada, sofremos as pragas do Egito, mas quando consolidamos as festas, atraímos as bênçãos da Torah sobre nossa vida.
Milagre não é o suficiente. Os discípulos viram Jesus curar enfermos, acalmar tempestades, multiplicar pães, enfrentar e vencer demônios, atrair multidões, o Pai dizendo esse é meu filho amado, mas mesmo assim não foram transformados o suficiente. O que provoca sua expectativa?
Têm muitas pessoas que, há muito tempo, só olham e não são transformadas. Estão tão focadas em suas necessidades que não percebem quem está lhes tocando. Mesmo diante de uma agenda tão cheia, Jesus sentiu o toque da mulher do fluxo de sangue. Seu movimento provoca expectativa nas pessoas, por isso não pare! Talvez você não perceba os sinais, não veja os resultados, mas seu movimento provoca milagres na vida das pessoas. Como em Isaías 54:1, Deus está dizendo para uma mulher fracassada cantar com alegria, ela foi desafiada a mudar a presentação interna dela.
O diabo quer que você pare de se movimentar diante das dificuldades que te assolam, mas mesmo que você não queira chamar a atenção com seus movimentos, a sua vida tem um som que denuncia seu ministério, e saiba que enquanto você se movimenta os milagres acontecem. Está esperando o que? Movimente-se!
“Talvez você não perceba os sinais, não veja os resultados, mas seu movimento provoca milagres na vida das pessoas”


 ::JOEL PEREIRA     -     fonte: lagoinha.com

SANTA CEIA DO MÊS DE JUNHO








segunda-feira, 13 de junho de 2016

PRÓXIMO FINAL DE SEMANA

1ª Confraternização da Equipe de Libertação
Congregação do Bairro Pires da Luz
Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Ubá - Ministério Bom Pastor


quinta-feira, 9 de junho de 2016

“ANIME-SE, O MESTRE TE CHAMA!”

O milagre na vida de Bartimeu foi imediato, através de sua fé em Jesus ele teve a visão restaurada. A Bíblia não revela quantos foram os dias da cegueira de Bartimeu, mas é certo que durante muitos anos de escuridão, o cego de Jericó, precisou confiar em outros sentidos para viver. Seria impossível se locomover pelas ruas da cidade sem confiar em suas apalpadelas para evitar quedas frequentes, ou confiar em sua boa audição a fim de saber o momento oportuno de pedir esmolas e encontrar favor.
Foi assim, à beira do caminho que Bartimeu ouviu falar de Jesus, não o podia ver, mas teve forças suficientes para gritar por socorro; e foi atendido. Em um encontro com o mestre, seus olhos foram imediatamente abertos, o cego passou de um mendigo sem prestígio a um seguidor de Jesus.
“ Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada a fora”.  Marcos 10.52
Nossa trajetória em muito se assemelha com a vida deste cego, antes escravos e cegos no pecado, hoje livres caminhando com Jesus. Bartimeu caminhava na força de seu braço, confiando em si mesmo, mas seu encontro com Jesus o desafiou a ir mais longe. Ao invés de caminhar tropeçando pelo caminho teve a opção de descansar no senhorio de Deus. A imagem que quero passar é que nenhum cego recém curado consegue caminhar fiando-se apenas no fato de seus olhos estarem abertos, é muito difícil abandonar os velhos hábitos.
Foi a fé em Cristo que restaurou a visão de Bartimeu, mas foi caminhando com Cristo que ele teve seus velhos hábitos modificados, dia após dia. Hoje o Senhor nos convida, não apenas para um encontro casual, mas para caminhar com Ele. Aceitar esse convite pode fazer uma grande revolução em sua vida; você assume sua condição de cego, Ele te traz para a verdadeira luz; você deixa sua capa, Ele te dá novas vestes; você recusa suas mazelas, Ele perdoa e as joga no mar do esquecimento; você se entrega e quer segui-lo, Ele a ama e te aceita… mas sabe que pode melhorá-la.
A voz de uma pequena parcela da multidão rompeu o ávido ouvido do cego: “Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama” (Mc.10.49), que nos dias de hoje seria dizer “Anime-se, o Mestre te chama!”.  Proveitoso seria reconhecermos que somos mais cegos do que se possa imaginar, sendo assim, nossas mãos se ergueriam apenas para se render ao senhorio e cuidado de Deus e não mais para caminhar no escuro de nossas opções infundadas.
Para viver longe dos velhos hábitos e centrada na vontade de Deus é importante adotar um comportamento piedoso e uma rotina prática que te ajude a compreender os planos de Deus a seu respeito.
  • Reserve um tempo de qualidade com o Senhor – use a oração não apenas para falar, mas também para ouvir;
  • Não abra mão do seu compromisso com a palavra – leia a Bíblia diariamente, medite e ponha em prática seus ensinamentos;
  • Leia livros com bons conteúdos – bons livros podem te auxiliar na caminhada cristã e contribuir positivamente com sua fé;
  • Adquira o hábito de agradecer a Deus por sua bondade – sempre que possível cante louvores que exaltem a Deus e destaque seus atributos;
  • Se esforce para memorizar versículos que fortaleçam sua identidade em Cristo – em tempo oportuno este hábito de memorizar as escrituras servirá de alívio e escape não só para você como para os que estão a sua volta. 
Joyce Consoli - http://espacodamulhercrista.com.br/

terça-feira, 7 de junho de 2016

DEUS VOS ABRIRÁ A JANELA DA PROVISÃO

2 Reis 6:24; 7:2
Como igreja, sempre estamos a frente do tempo, profetizando mudanças e trazendo esperança as pessoas, porém não podemos fechar os olhos para a realidade ao nosso redor. O profeta é aquele que te conhecimento da sua realidade, sem subestimá-la, provocando uma linguagem de esperança.
O quadro que ocorre no texto de 2 Reis é infinitamente pior que a nossa realidade, entretanto, bastou a palavra de um profeta para provoca uma inversão radical. Era improvável o que ele declarou, mas o Senhor honrou a palavra do profeta.
Toda crise tem uma porta de entrada. Samaria estava sitiada pelos Sírios. O Rei de Samaria era Jorão, filho de Acabe com Jezabel. Por ser um rei de coração duro e por causa de sua apostasia, o profeta Eliseu emitiu um decreto de desgraça sobre Samaria. A mesma porta de entrada seria a mesma porta de saída, ou seja, aquela crise poderia ser paralisada a partir de uma atitude de arrependimento do rei.
Não é uma missão fácil, mas a mudança precisa começar em nós. Segundo a palavra do profeta acontece algo improvável. Perceba que a palavra foi recebida de maneiras diferentes, porém Deus fez a partir da palavra do profeta.
Precisamos de uma inversão radical, uma verdadeira mudança de rota, uma manobra a começar por nossa linguagem, uma linguagem convertida à palavra. O profeta começou a sua mensagem dizendo: “Amanhã voltar a ter comida para o povo, os preços abusivos vão cair radicalmente, trigo para as pessoas, cevada para os animais”.
No capítulo 7 o capitão diz que ainda que o Senhor fizesse janelas no céu não poderia acontecer o que o profeta havia falado. Contra a palavra do capitão o profeta declara “Eis que tu verás com os teus olhos, porém, disso não comerás”. O capitão estava lá para prender e executar o profeta, mas o que aconteceu foi uma inversão do veredito. Aqueles que te perseguem serão perseguidos.
A profecia se cumpriu, tanto a liberada para o capitão quanto a para o povo. O que você está permitindo para sua vida? Qual a profecia que te saído da sua boca? Uma janela para o sobrenatural vai se abrir em sua vida!
“Não é uma missão fácil, mas a mudança precisa começar em nós”
::JOEL PEREIRA

sábado, 4 de junho de 2016

AS RAZÕES DOS NÃO-DIZIMISTAS

Referência: HEBREUS 7.1-10
A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:

1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).
2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:

I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA 
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento".
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL 
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo".
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo. 
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?

VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

CONCLUSÃO
É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

PEDINDO, CRENDO E RECEBENDO (Mt 21.22)

HOJE EM DIA A ORAÇÃO TEM SIDO IGNORADA POR MUITOS DE NÓS.

Sem perceber, estamos abrindo mão desse tempo de intimidade com o Senhor por causa do excesso de trabalho, dos estudos, das tarefas de casa, da internet, programas de televisão, etc. Enfim, qualquer coisa que prenda a nossa atenção por mais tempo do que deveria, tem tomado o lugar que Deus deveria ocupar em nossa vida.
Você tem sido uma dessas pessoas? Você costuma orar todos os dias? É provável que muitos digam não, pois quase não temos orado hoje em dia. A Bíblia é muito clara ao afirmar que Jesus é o modelo que deve ser seguido por todos os cristãos (Efésios 5:1,2) e isso não seria diferente quando o assunto é oração. Não quero que você fique se lamentando pelo pouco tempo que tem orado, em vez disso, quero falar com você sobre cinco lições que aprendi com Jesus sobre oração para você aplicar em seu dia a dia:
1) JESUS TINHA UMA ROTINA DE ORAÇÃO
A maioria dos filhos de Deus só lembra que precisa orar, quando as coisas não vão bem ou quando elas fogem do nosso controle. Jesus, porém, era diferente. Muitas vezes Ele parava tudo o que estava fazendo e se retirava para orar. "Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho" (Mateus 14:23).
Jesus tinha uma rotina de oração e não a abandonava por nada. E nós precisamos aprender a fazer o mesmo, dedicando um tempo do dia para estar com Deus, independente se as coisas vão bem ou não.
2) JESUS ORAVA QUANDO AS COISAS IAM MAL
Jesus passou por muitos momentos difíceis enquanto esteve aqui na Terra e a Bíblia mostra que em todos eles, Ele orou - inclusive quando se aproximava o momento de Sua morte: "E retirou-se outra vez para orar: "Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (Mateus 26:42).
Com essa atitude, Jesus nos ensina que devemos depender de Deus em toda situação, até naquelas em que não vemos uma saída. Algumas pessoas abandonam ao Senhor quando as coisas pioram, e outras tentam resolver à sua maneira, olhando para todos os cantos, mas nunca para o Alto. Jesus, porém, nunca duvidou do amor e cuidado do Pai, por isso sempre pedia para que a vontade Dele fosse feita.
3) JESUS COLOCOU A VONTADE DO PAI ACIMA DA DELE
Para mim, esse é um dos maiores ensinamentos que Jesus nos deixou. Muitos líderes têm ensinado as pessoas a exigirem coisas a Deus em suas orações. Elas dão ordens ao Senhor achando que Ele é obrigado a cumpri-las. Mas Jesus fez exatamente o contrário. Ele foi submisso ao Pai em oração, expôs a sua angústia, creu no Seu poder, mas se submeteu à Sua vontade, ainda que ela significasse a Sua morte na cruz. - "Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar: ‘Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua’" (Lucas 22:41-42).
Com Ele, aprendemos que a maneira correta de finalizar nossas orações é sempre dizer a Deus que confiamos em Sua vontade.
4) JESUS ORAVA ANTES DAS DECISÕES IMPORTANTES
Durante o seu ministério, Jesus teve que tomar grandes decisões. Se Ele tomasse alguma decisão errada, os resultados poderiam impactar toda a humanidade. Por isso, Ele estava sempre orando! Certa vez, antes de escolher os 12 homens que seriam seus discípulos, Jesus orou a noite toda: "Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou como apóstolos" (Lucas 6:12,13). Com isso, aprendemos que, antes de tomarmos qualquer decisão, devemos colocá-la diante do Senhor em oração.
5) JESUS NÃO MURMUROU. ELE OROU
A Bíblia conta que, certa vez, Jesus pregava para uma grande multidão. As horas se passavam e aquele povo começou a sentir muita fome. Acredito que Ele e os seus discípulos também já queriam comer alguma coisa, pois já tinham trabalhado muito naquele dia. Porém, não havia quase nada para alimentar aquelas milhares de pessoas - só alguns pães e peixes. Os apóstolos, inclusive, já pensavam em uma maneira de mandar todo mundo para casa para se livrarem daquele problema. Jesus, no entanto, não reclamou; Ele preferiu orar: "Então Jesus tomou os pães, deu graças e os repartiu entre os que estavam assentados, tanto quanto queriam; e fez o mesmo com os peixes" (João 6:11). Assim, Jesus nos ensina que o caminho da oração é muito melhor do que o da murmuração!
Conclusão

Diante dessas cinco lições ensinadas por Jesus, espero que você reveja a sua vida de oração e separe um tempo para falar com Deus todos os dias. Ele está ao seu lado, com Seus ouvidos inclinados, prontos para te ouvir. "E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21:22).

quarta-feira, 1 de junho de 2016

QUE TIPO DE LÍDER VOCÊ É? OSÉIAS OU JOSUÉ, ESPIRITUAL OU NATURAL?


Números 13:3-16
É muito natural na Bíblia pessoas ganharem um novo nome quando recebem uma promessa de Deus. O nome tem a ver com os propósitos do Senhor, por isso, antes de qualquer coisa, precisamos saber que Josué – O senhor da salvação – antes era Oséias – O salvador de Israel. Os apóstolos mudaram o nome de José para Barnabé, que significa filho da consolação, porque ele era um líder muito afetuoso e abnegado na igreja. E você, qual o nome lhe dariam?
Não sei qual tem sido o tamanho dos seus desafios, pois enquanto andamos dentro de uma situação controlável continuamos como Oséias, que é um salvador terreno, que tem boas soluções baseadas no conhecimento e estratégia natural, mas chega um momento que entramos em uma total dependência do Senhor.
Oséias nasceu no Egito com pais escravos, era um dos primogênitos que na noite da Páscoa não dormiu e teve a proteção do sangue, via Moisés se movimentando no meio do povo e se tornou discípulo e auxiliador, foi testado na primeira campanha militar no Vale do Refedim contra os amalequitas, teve uma experiência no alto da montanha, também teve mais acesso a presença de Deus do que qualquer outro, não saía do lado de Moisés quando ele estava em comunhão com Deus, foi enviado como um dos espias a terra prometida e demonstrou maturidade em seu relatório.
A preparação para ser um líder espiritual leva tempo. Josué é exemplo de um homem que sabe esperar seu momento. Passara em todos os testes e, dentro de quarenta anos, estaria pronto para liderar aquela nação para conquista. E só neste momento Deus muda seu nome, pois enfrentaria gigantes e desafios impossíveis.
Para ser líder é necessário evitar a precipitação e como diz Paulo a Timóteo, um bom líder precisa ter boa reputação, ser moralmente puro, demonstrar uma filosofia de vida bem ordenada, ter o respeito e a credibilidade dos demais, não se sujeitar aos apetites da carne e ser disciplinado, sensível, gentil e amável.
Agora a escolha é sua, está preparado para ter o nome mudado ou prefere continuar como Oséias e não realizar a missão que Deus lhe confiou? Quer continuar no natural ou quer se envolver no sobrenatural?
“A preparação para ser um líder espiritual leva tempo. Josué é exemplo de um homem que sabe esperar seu momento”.
Joel Pereira -  Por Raissa Sossai